domingo, 7 de julho de 2013

conjugando o verbo 'amar'


sabe, devíamos conjuntar o verbo amar de outras diferentes formas. ou de outra diferente forma que não seja a que já conhecemos. uma forma menos oral, menos clichê. Menos obrigatória. Menos desejada e atiçada a ponto de se conseguir.
ouvir: ‘EU TE AMO” não é troféu pra colocar na estante dos egos.
num relacionamento, existem vários tipos de “amar” de fato. existem pessoas que são carentes, outras menos desprendidas, ou mais entregues; existem pessoas que só querem se sentir protegidas. outras seguras, na certeza de que não estão só. ou aquelas que vivem para amar de verdade, entregando-se por inteiro ao ato.
mas daí, que sentido tem o “amar” nisso tudo?
há gente que vive um relacionamento inteiro e não revela em nenhum momento que ama. não na sua forma conjugada. há gente que repete amar tantas vezes que chega a se tornar ridículo e há gente que não está nem aí pra essa palavra, deixando pra o tempo a tarefa de provar as reais certezas desse sentimento. afinal, amar é algo totalmente subjetivo. algo intocável, mas que podemos sentir de acordo com certas situações. Não somente quando conjugamos.
tornou-se banal.
amar hoje em dia é algo mais comum que virose.
eu não sou especialista nessas questões, mas eu descobri que ouvir ser amado não é garantia de nada. falar é fácil, difícil é fazer sentir. fazer ter confiança num amor cujas palavras não foram ditas com a boca e sim com atitudes. com situações que demonstrem que quando se ama, não é preciso repetir mil vezes, nem querer ouvir.
“Amar” é algo que se obtém naturalmente. 
devíamos mesmo conjugar o verbo amar de outras diferentes formas
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