sexta-feira, 4 de junho de 2010

Historias de loiras...



Após tanto tempo sem postar... Passei alguns minutos sem saber o que fazer aqui no blog... Então resolvi criar o momento Histórias de loiras... Tá mais pra Zorra Total, mas eu gostei.


Após uma tórrida noite de amor com o seu marido idoso com o qual acabara de se casar, a loira burra e fogosa observou que ele estava dormindo em sono profundo.

- Carlos Henrique Pedreira Gouveia Andrade! Acorda meu amor. – disse ela se esfregando no pobre coitado que estava morrendo de dor de cabeça.
- O que foi loira? O que você quer de mim? – falou irritado.
- É tão difícil assim de “emussificar”? Eu quero aproveitar o nosso “Pão de Mel”...
- Pelo amor de Deus não me mate de arrependimento. É elucidar sua anta. E não é Pão de Mel... É Lua de Mel!  - explicou o pobre velhinho que precisava quase sempre corrigir os erros de português da sua loira gostosa.
- Ué... Más tudo não tem mel no meio? – respondeu ela ainda sem entender.
- Há! Me deixa em paz. – resmungou – Eu estou com dor de cabeça desde a hora que bati minha cabeça num poste hoje cedo. Graças a você que tirou a lente dos meus óculos pra brincar de jornalista com as bonecas da minha filha. Eu imagino só você fluente como é na nossa língua entrevistando um jogador de futebol ou o presidente, por exemplo, iria ser um show de pérolas... Não era nem para termos casado hoje. Minha cabeça não parou de doer e eu tive que satisfazer você que não me deu uma folga.
- Olha aqui. Eu daria uma ótima jornalista. Eu falo não só a nossa língua, como o também inglês “fluorescente”... – disse se queixando do comentário maldoso do seu velho. - Ainda com dor de cabeça? – perguntou novamente – Me deixa ver direito se essa “panaca” ta muito “corrosiva” – disse ela olhando se a pancada estava muito dolorida
- Ai Senhor... Daí paciência... – falou em pensamento o idoso - E ai? Ta muito feia... a pancada?
- Ai. Ta sim. Mas não se preocupe. Já dizia a minha avó: Depois do “ânus” vem o bônus...
- Imagino que ela tenha dito dessa forma mesmo, sendo sua avó é de se esperar. – observou o velhinho estressado.
- Ué... Ta até sangrando um pouquinho... – disse a loira.
- Nossa... Então é grave! – assustou-se.
-  Ah.. Que nada. Mas espera aí que eu vou “espancar” esse sangue agorinha
.
A loira levantou-se, foi até a sua mala de viagem para pegar o material e estancar o sangue da pancada e gritou repentinamente.

- Ladrão... – gritando.
- Não grita assim. Minha cabeça vai doer ainda mais. – reclamou Carlos.
- É que roubaram o meu kit de primeiros “sonoros”... Eu tinha comprado na loja de “obediência” do posto lá perto de casa.
- Há ta... Primeiramente, o kit de primeiros socorros está na outra mala e em segundo, eu não sabia que na loja de conveniência do posto tinha esse tipo de material. – explicou o velhinho tentando engatar um dialogo saudável com a sua nova mulher.
- Perai... Nossas roupas estão todas molhadas... – a loira falou assustada.
- E o que aconteceu?
- Não sei... Nossa...
- O que foi mulher de Deus...
- A bolsa de gelo que estava guardada aqui...
- Ah sim... Agora entendi.
- Entendeu o que? Roubaram o nosso gelo, será que você não “precede”?  
- Ah... Eu percebo sim... E se arrependimento matasse... Ah... Esquece. Eu vou tentar dormir... Acho que são essas suas asneiras que estão me deixando com dor de cabeça.
- Olha aqui... Acorda... Ta pensando o que? Que eu vou passar a noite a “língua”? – reclamou à loira.
- Acho que você quis dizer MINGUA, mas a língua também serve... Então se é só assim que eu vou calar a sua boca... Começa...

Então o idoso encontrou um jeito de calar a boca da sua mais nova esposa...
FIM...

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