domingo, 12 de janeiro de 2014

mil coisas

meu primeiro texto, depois de meses... e primeiro do ano. 


[...] não sou de metas, mas tenho meus objetivos.
Quem não tem os seus, mesmo que não tão bem definidos?
Bem, a vida é cheia deles e, igualmente, de caminhos para que possamos alcança-los. Diferente do que pensamos, ou, melhor dizendo, do que nos tentam fazer pensar, não existe destino. Também acredito nisso. E digo mais, prefiro assim fazer. Até porque viver uma vida em que a certeza, de que tudo está “pre-destinado”, prevalece é um saco, muito mais tedioso que passar o dia de domingo em casa procurando alguma forma de torná-lo melhor.
Ouça seus sons, leia seus livros... abuse da criatividade que a sua mente puder proporcionar. Isso não é perda de tempo. Perda de tempo é ver a vida passando diante dos seus olhos, sem nada nela marcado deixar. Quando eu era pequeno, dizia sempre que, quando estava só, sentia vontade de fazer mil coisas e diziam pra mim: coisa de quem não tem o que fazer! Tá aí! Quem não tem o que fazer e sabe aproveitar esse privilégio pode ser mil coisas; Pode escrever, desenhar, cantar, dançar;  se dedicar totalmente a atividades que pra mim, são muito valiosas e dignas. Pode viver...
Ouço o ranger, os carros passando e escrevo... Leio, ouço, vivo.
Não tenho vergonha de ser mil coisas.
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