quinta-feira, 17 de abril de 2014

indagações


[...] maturidade é a palavra chave de muitas soluções. 
há um velho ditado que diz: 'quando um não quer, dois não brigam.' o amor é um bom motivo para se continuar vivendo, o recíproco é o melhor; o próprio é algo indispensável. enquanto isso, o sujeito vive sua vida sob pena de nunca acertar. "eu sou suficiente pra mim" e deve ser, pois não existe metade, príncipe encantado, nem alma gêmea, existe alguém que te satisfaça de alguma maneira; também existe alguém que te desmorona de várias, mas, acima de tudo, existe sempre opção de recomeçar. ninguém é obrigado a tolerar algo que evidentemente não deu certo e menos ainda viver com a certeza de que nunca haverá uma trégua nos conflitos. a prisão nem sempre tem grades. "estou preso numa relação não deu certo" a liberdade é uma alternativa distante diante do comodismo. a felicidade está sempre ao nosso alcance. 
e mais uma vez digo: há que se amar verdadeiramente, praticar o exercício da aceitação, amadurecer.
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