domingo, 3 de abril de 2011

O enigma do domingo

Outro dia comum. Normal. Quebrar a rotina é tão rotineiro que me faz pensar sobre toda essa merda; Quebrar a rotina faz parte da rotina. Claro. É uma rotina perceber que a gente está preso num ciclo chato e curto; Sabendo que segunda tudo começa novamente, que terça é dia de se erguer e conformar (por ter obrigações a cumprir), que quarta já está perto de acabar novamente, quinta é dia de começar a curtir e sexta o ápice de toda a putaria. Todo mundo tem essa rotina, mesmo! Então passa o sábado de aventuras e desventuras intercalado com um domingo tédioso de Faustão (que felizmente não assisto) e igreja. O domingo está, como uma analogia, para religião e sono. Dá a sensação de que as pessoas vão passar engomadinhas no fim de tarde pra missa lá na rua tal, e que depois os casais vão namorar numa praça qualquer ou que alguma festinha sacana está rolando na casa de alguém cujo os pais viajaram deixando a área limpa.
Hoje posso dizer que decifrei o domingo, por essa não serei devorado.
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