sábado, 23 de janeiro de 2010

Prince e o Porquinho...



       Era uma vez uma linda e pequena escola no centro da pequena, mas de grande nome Santa Maria da Boa Vista. Essa escola era muito singela e atendia pelo nome Educandário Mundo Encantado e foi lá onde aconteceu uma terrível e lamentável prova de que as aparências enganam realmente.


       Certo dia o pequeno gordinho que aqui chamarei de “PORQUINHO” , soltou um pum na sala em que estudava com seus coleguinhas, todos ficaram apavorados, sem saber de onde vinha aquela bomba atômica, coisas do tipo, “Quem peidou está com a mão amarela ou está com uma folha verde em cima da cabeça” não o fizeram confessar, mas só poderia ser ele, afinal ele era o único gordinho do lugar e já era um forte indicio, mas nunca nada se confirmou. Isso causou trauma em todos, inclusive na jovem delicada “PRINCE”, que o acusou veementemente.


      O tempo passou e tudo caiu no esquecimento, então, de repente um cheiro tenebroso voltou a assombrar o local, não era apenas um pum, era muito mais elaborado que isso, talvez tivesse repolho no meio e ovo cozinho, fazendo uma combinação excêntrica e então começou o burburinho... – Nossa que fedor de bosta! Alguém cagou... Os professores entraram em ação e como Sherlock Holmes, buscaram desvendar o verdadeiro culpado do crime. Não demorou muito até chegarem a conclusão de que foi o “PORQUINHO”, afinal, ele estava quieto demais, o acusaram novamente, mandaram ele levantar-se e ele insistia que não, mas cedeu a pressão e todos atentos se frustraram diante da descoberta – NÃO FOI O PORQUINHO! Quem seria então? Você deve estar imaginando agora, lembram que falei no inicio desse texto sem futuro de uma moça, delicada, chamada “PRINCE”? Pois é! Quando não teve mais para onde correr a mocinha que anteriormente havia acusado o agora inocente “PORQUINHO” se revelou como a culpada e desde então sua reputação foi de água a baixo. UFA...
 
     Nunca seja levado pelas aparências, elas enganam mesmo... Você pode estar acusando pessoas inocentes em vão.. RS
     Como perdi meu tempo escrevendo isso? É verdade, eu estudava Jardim II naquela época e me lembro direitinho apesar da pouca idade. “PRINCE” ainda existe espero que ela nunca leia, pois tenho medo de faze-la recordar esse trauma de vida...


Espero no fim ter passado uma boa mensagem.






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