sábado, 6 de março de 2010

Momento Deprê! Eu também tenho sentimento viu? KKKK O resto é só zuação!

Fui comentar no Blog INCALVE e acabei fazendo um texto bem diferente do que eu to acostumado a escrever..
Acabei me inspirando no blog lá e fiz esse texto, então, decidi colocar no meu blog ué..

CURTAM MEU OUTRO LADO:

O medo é humano.


Todos sentem, querendo ou não, assumindo ou não...

Arrogante a minha afirmação? Não!

Assertiva talvez? Sim! É assim que eu penso e vou com esse pensamento até o fim, imutável, transparente e meu!

As pessoas são medrosas, por medos fúteis ou complexos, que doem na alma como uma ferida viva...

Medo da solidão, do desamor, da ilusão, da pobreza, de ser inferior, da não aceitação e de seguir pelos caminhos da emoção, porque ao que parece a razão sempre é mais forte e talvez a que carrega para o caminho do medo.

Pode não fazer sentido, a razão é sempre o caminho certo a seguido não? Nem sempre é assim, nem sempre o que é melhor é racional.

Racional é dizer que em nenhum momento de nossas vidas estaremos totalmente satisfeitos, completos. Cabe a nós escolhermos até que ponto o medo poderá interferir no nosso peculiar caminho.

Talvez eu esteja me perdendo nas palavras.

A melhor forma de explicar a minha causa é narrando algo:

Marisa acordou. Estava triste. Era o dia do seu casamento com Rubens, o semblante estava carregado de tristeza, parecia não gostar da idéia. Mas porque Marisa se casaria com aquele que não era o seu verdadeiro amor?

Ela, a moça de sorriso encantador e de olhos famintos por outro olhar recíproco, na verdade amava Junior, o filho do dono da venda da esquina, aquele com quem cresceu junto e compartilhou momentos impares na infância até os dias atuais. Marisa sempre foi pobre e a ela só restou a beleza, no meio de tantos privilégios que lhe foram arrancados sem nem mesmo que ela tomasse conhecimento deles.

Essa jovem moça não teve acesso a uma boa instrução de vida, a ela foi negada oportunidade de um bom estudo e tentar mudar o que a vida lhe tinha dado, então, ela decidiu que iria mudar aquele caminho de miséria, abdicou do seu romance com Junior , o pobre ajudante do pai que não tinha nem como se sustentar, e caiu na rede dos encantos materiais de Rubens e hoje era o dia de concretizar o que ela tanto buscou.

Mas volto a dizer: Ela não o amava! Estava entre o tão clichê dilema: Razão e Emoção!

Casar-se com Rubens lhe realizaria uma meta que tinha imposto pra si mesma. Casar-se com Junior lhe faria bem a alma, estaria extasiada de amor, mas continuaria a ser incompleta, da mesma forma, estando com o outro, também estaria em conflito.

Ora, ela poderia tentar amar a Rubens ou construir dia após dia uma vida com Junior.

Mas não é tão simples assim, quando estamos em momentos como estes, não paramos para ponderar nada, é apenas uma decisão a ser tomada, cabe a nós escolhermos.

Razão ou Emoção – O que seguir? Só sei que estar satisfeito consigo mesmo é impossível, nenhuma decisão lhe trará total felicidade, então pra que ter medo? O que temer? Deixar de viver pelo medo é um ato covarde! Melhor quebrar a cara e se sentir vivo, se frustrar, decepcionar-se, mas sempre com um gostinho de realização, de dever cumprido... Seja assim!
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2 comentários:

Cenarioimaginario disse...

Entre razões, emoções a saída é fazer valer a pena (8)

Diz tudo esse trecho da canção né ?

Tanto faz se você vai agir da forma certa ou não, o importante é você saber que fez o que deveria ser feito, e agiu de acordo com a sua razão...

Ótimo texto...
Abraços Sinceros !!!

:: B. Rafael :: disse...

é bem verdade... é que eu viajo no meu mundo, aquele que tá dentro da minha cabeça.. RS Cada um tem o seu... O meu é complicadex

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